quarta-feira, 7 de julho de 2010

Faixa de Gaza....

Palestina...

70 a.c. o Império Romano expulsa os judeus da região, que é ocupada pelos Palestinos.
Já em 1900 acontece o Movimento Sionista: retorno dos judeus à terra prometida, início da disputa.
Obs; Não há uma gota de petróleo na região, mas qualquer confusão lá afeta o preço do barril.
Causa: Territorial Religiosa
Judeus Palestinos
Judaismo X Islamismo
Torá X Corão ou Alcorão
Abraão X Abraão
? X Maomé
Em 1947 a ONU propõe a criação do Estado judeu = Israel, do Estado Árabe = Palestina e de Jerusalém = ONU
Em 1948 foi criado o estado de Israel, mas não o dos Palestinos que, passaram a viver nos dois territórios ocupados na guerra de 1967, Faixa de Gaza e Cisjordânia, que, na atualidade são reinvindicados para a criação do estado da Palestina.
A fim de chamar a atenção do mundo para o seu problema, o povo palestino promoveu vários atentados “terroristas” feitos pela OLP (Organização para a Libertação da Palestina), cuja o lider era Yasser Arafat. A partir da Intifada (Guerra de Pedras), em 1987 a opinião pública mundial passou a exigir uma solução para o conflito.
Em 1993 firma-se o acordo de Oslo, por esse acordo a Faixa de Gaza e a Cisjordânia deveriam ser devolvidas até 1999. 100% de Gaza e cerca de 40% da Cisjordânia foi devolvido e passou a ser governado pela ANP (Autoridade Nacional Palestina), cuja o presidente é Mahmud Abbas – “moderado”, do partido Fatah.
Palestina é território autônomo, não é país.
Em 2007 o Hamas se transforma em partido político e vence as eleições parlamentares da Palestina, entrando em confronto com o Fatah. Após alguns conflitos o Hamas expulsa a ANP da Faixa de Gaza e passa a governá-la. Israel invade, bombardeia e mata 1300 pessoas no território, que é isolado, aumentando a miséria e a fome.
Entre maio e junho de 2010, alguns navios de ajuda humanitária com bandeira da Turquia tentaram furar o bloqueio à Faixa de Gaza. Israel atacou os navios em águas internacioanais matando 9 ativistas. O mundo condenou o ataque e o CS – Conselho de Segurança – exigiu investigação internacional. Mas Israel recusou. As consequências desse fato foram: aumento da pressão internacional para que Israel acabe o bloqueio à Gaza e aumento da tensão na região.

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