domingo, 30 de novembro de 2008

Ser ou não ser?! Poderia ser, na contemporaneidade, estar ou não estar?!

Ontem conheci uma menina na Redenção, estava eu lagartiando perto do Araújo Viana (como de recente costume), quando ela perguntou se poderia sentar-se ao meu lado, começamos a conversar sobre superficialidades até chegarmos à temática relacionamentos... ela me disse que ficou dois anos e meio namorando, moraram juntos, compraram coisas....blá blá blá mesmo assim sentia a necessidade de se casar, de oficializar sua relação com o dito cujo...O interessante nessa história (sim, porque praticamente não se usa mais estória - um dia devo postar algo sobre isso) toda é que ela revelou ter expressado ao namorado seu desejo e solicitou uma manifestação do mesmo sobre o que pensava a respeito, já que já haviam compartilhado tantas coisas....blá blá... Perguntou a ele se gostaria de se casar (oficialmente) com ela.
Desfecho: Ele respondeu que havia vivido experiências homossexuais em outra ocasião, que não a que estiveram/estão juntos.
Ela me pareceu um tanto encucada com a resposta e com uma certa necessidade de falar isso a alguém de forma isenta.
Eu? Não soube o que dizer, fiquei muda por alguns segundos e em seguida me vali de Shakespeare em Hamlet: Existem mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia e emendei um comentário sobre o tempo, que se "armava" pra chuva.
Agora estou a pensar: o que o cara quis dizer? Que sim? Que não? Que talvez? Ou teria sido essa uma resposta evasiva, para não assumir nem uma coisa nem outra? Enfim, this is the question!

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