domingo, 16 de novembro de 2008

Ao caminhar pude sentir o perfume embriagador de uma árvore cuja o nome nunca soube. Inesquecível cheiro que impregna o que há ou passa ao lado, logo em frente, o sussurro do aroma forte dos lilases, sim: os ipês.
E logo adiante, a mistura de um cheiro mais suave, com espinhos.

Ou fato!

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